Dia 18 de junho foi realizado mais um Chá Poético, desta vez na residência da Poetisa Zélia Costa. Confira as fotos abaixo produzidas por Olindina Guimarães:
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sábado, 21 de junho de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
“O CINZA” - Zélia Costa
É cinza a
cor da nuvem pra chover
É cinza
prata a cor da lua a brilhar
É cinza a
cor da angústia e do sofrer
E a da
canção no violão a dedilhar
É cinza a
cor do brilho triste do olhar
De alguém
que sofre as amarguras do viver
Sempre
cinza a cor da agonia de amar
(Tarde
chuvosa...) Pingos de chuva na janela a correr
O cinza,
amiga, embora seja uma cor fria
Também é
calma até meiga e serena
Parece
triste, mas traz paz e calmaria
Fazendo a
vida em sua cor ser mais amena
Admirou-me,
poetisa, sua linda poesia
Pois da
cor cinza muito bem você falou
Sua
mensagem sobre a cor trouxe magia
E os
segredos a cor cinza então calou.
Domingo, 21 de abril, 2013
Obs.: Esta
poesia é uma resposta à poesia da colega da SOPOESPES, Jacqueline
Torres sobre a cor “Cinza”.
terça-feira, 18 de março de 2014
domingo, 13 de outubro de 2013
Cisma - Zélia Costa
Num cismar da emoção
Da noite sentindo a brisa
Vi nascer no coração
A veia de poetisa
Difícil essa minha cisma
Explicá-la não sei não
Só sei que o verso risca
Nos dedos de minha mão
Esse dom que Deus me deu
Surgiu nesse meu cismar
Quem escreve não sou eu
É Jesus a me amar
Curtindo então esse amor
Que de Deus me vem do céu
Da pena tiro com ardor
Meus versos...favos de mel
Vivendo essa bela aventura
Que a cisma desencantou
Uma poetisa segura
Arrisco...Agora sou!
Zélia Costa
14/06/2009
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