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sexta-feira, 7 de março de 2014

O Folião - Raquel de Brito

Em trivial cortejo
Pulsa o coração
Forte aceleração
E assim ele vai.

Com alegria sai
Em qualquer tom desfila
De toda cor se pinta
Folia e sentimento.

Vai encantando o tempo
Com arte e poesia
Distribui simpatia
Ao se fantasiar.

...Só por sabe amar
Se torna multidão
Expressando a emoção
De cada Carnaval.

Com graça teatral
Tem seu espetáculo
Em cordel encantado
Quando o bloco vem.

O pé não se contém
Sai balançando o corpo
E um dia só é pouco
Pra tamanha explosão

Assim é o folião
Que um ano inteiro espera
E sua festa encerra
Na “quarta feira ingrata”.


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Confronto - Raquel de Brito


Ando buscando palavras 

Pra explicar as amarguras, ressarcir as desventuras
Deste mundo sem amor.

Nesta casa de morada: mundo vasto e desonesto
...De passagem. Desconexo!
Alarido e solidão.

Há Esperança!

Raquel de Brito
11/10/2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Poesia - Raquel Maria da Silva Brito

Papel, caneta, pensamento,
atropelo
...sono, insônia, amor, remorço...
Medo

Caneta a luz, a sombra
O dedo aponta
A mão condena

Corpo Inerte, imóvel aceita tudo
Pedaços de vida, esperanças,
Mudos desejos

Flecha ativa, luz e som
Canção sem tom, sem guia
Assim sai o mundo a poesia.

Raquel Maria da Silva Brito